A rede pública de elétricos da Carris de Lisboa atingiu o seu auge em finais da década de 1950 com uma frota de 405 carros motorizados. Inicialmente eram veículos de tração cavalar que rodavam sobre os epónimos carris, os “carros americanos”. A rede de elétricos da cidade iria desenvolver-se a partir destas linhas, que já se estendiam na época às zonas de Algés, Xabregas e Benfica.
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